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← Voltar para casesMaratona · Pubalgia · História 01

A dor nãoestava ondeparecia estar.

Um corredor profissional de 33 anos iniciou a preparação para uma maratona com dores na região do púbis. O ponto decisivo foi olhar além do local da dor.

Resumo do caso

O problema apareceu no púbis. A causa estava no movimento.

Antes de pensar em retorno, o caso precisava de leitura: onde a dor aparecia, como a carga se distribuía e quais músculos estavam deixando de cumprir seu papel.

A preparação começou a bater no limite da dor.

Quando iniciou sua preparação para uma maratona, um corredor profissional de 33 anos começou a sentir dores na região do púbis. Conforme os treinos aumentavam de intensidade e volume, o desconforto também crescia.

O que antes era apenas um incômodo passou a limitar sua evolução, comprometendo sessões importantes de treinamento e gerando preocupação cada vez maior com a proximidade da prova.

O local da dor não contava a história inteira.

Na avaliação, identificamos sinais de inflamação na região púbica, confirmando o quadro de pubalgia. Porém, como acontece em muitos casos, a origem do problema não estava exatamente no local da dor.

Após uma análise detalhada da corrida e dos padrões de movimento, observamos déficits importantes de força na musculatura posterior da coxa. Essa deficiência alterava a distribuição das cargas durante a corrida, fazendo com que os músculos adutores trabalhassem além do necessário e sobrecarregassem a região do púbis repetidamente.

Tratar sintoma e corrigir a causa.

O tratamento foi direcionado não apenas para aliviar os sintomas, mas principalmente para corrigir a causa do problema. Associamos técnicas de terapia manual para controle da dor com exercícios específicos de reeducação biomecânica, fortalecimento e reequilíbrio das musculaturas profundas responsáveis pela estabilidade e eficiência da corrida.

ControlarTerapia manual para modular dor e irritação local.
ReeducarAjustar padrões biomecânicos ligados à corrida.
FortalecerReequilibrar musculaturas profundas e posteriores.

O prognóstico era longo. A resposta veio antes.

O prognóstico inicial apontava para um processo de recuperação que poderia durar meses. No entanto, graças à identificação precoce da causa real da lesão e à adesão do atleta ao tratamento, a evolução foi muito mais rápida do que o esperado.

Em poucas semanas, ele já estava sem dor, retomando sua preparação normalmente e chegando à maratona com confiança para competir sem restrições.

Mais do que eliminar a dor, o objetivo foi devolver a segurança necessária para que ele pudesse focar novamente no que realmente importava: correr e performar no seu melhor nível.

Desfecho Preparação retomada com confiança.

A evolução combinou diagnóstico precoce, adesão do atleta e um plano direcionado à causa da sobrecarga.

Próximo passo

Sua dor também merece uma avaliação completa.

Agende uma avaliação para entender sua história, mapear a causa do problema e construir um plano de cuidado com critérios claros.

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Movimento antes da carga.

Veja como a avaliação ajudou a reorganizar treino de força, gestos sensíveis e progressão.